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Não dê mole nesse Carnaval.



Com o uso de preservativos você pode curtir à vontade sem ter que se preocupar depois. Carnaval responsável é Carnaval com Preservativo...




O Carnaval está aí e, no agito da folia, aumentam as chances de você conhecer um novo pretendente. Mas para que a alegria não termine na terça feira, não deixe de se proteger usando preservativo. Esta é a única forma eficaz de livrar você de dezenas de doenças com consequências sérias, inclusive a morte. Conversamos com o ginecologista e obstetra Hugo Sabatino, do Departamento de Tocoginecologia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), que aponta, a seguir, os principais riscos das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) mais comuns às mulheres.



Aids

A Aids é uma infecção causada pelo vírus HIV (imunodeficiência adquirida) através de relação sexual, do contato com o sangue ou do leite materno. O vírus ataca o funcionamento do sistema imunológico, deixando o organismo vulnerável a infecções. Os principais sintomas são: emagrecimento, mal-estar geral (suores noturnos, febre, diarréia) e ínguas embaixo do braço, no pescoço e na virilha. O tratamento recomendado é a ingestão diária de um coquetel de medicamentos que atuam nos diferentes ciclos do vírus. Sem ele, o vírus abre caminho para infecções seguidas como tuberculose, pneumonia, câncer, diarréia, candidíase e infecções do sistema nervoso.



HPV

HPV é uma lesão provocada pelo papilomavirus Humano (HPV) na região genital. O principal sintoma é a ocorrência de feridas nessa região. Há vários tipos de papilomavírus, sendo que um grupo deles desencadeia o câncer de colo uterino. Para tratar, é necessário fazer uma coagulação com medicamentos ou bisturi elétrico que queima a ferida.

Clamídia

A Clamídia é uma infecção bastante comum provocada por uma bactéria.  Essa doença, em muitos casos, é assintomática (não se manifesta), mas seus principais sinais são o aparecimento de um corrimento parecido com a clara do ovo e dor ao urinar. Se não for tratada, pode atingir as trompas e o útero, provocando parto prematuro em mulheres grávidas. O tratamento, então, é feito através de medicação tópica.



Sífilis

Trata-se de uma infecção causada por uma bactéria capaz de contaminar qualquer órgão ou tecido. Logo de início, apresenta uma ferida na região genital ou ínguas na virilha, que logo desaparece, dando a falsa impressão de cura. Se não for tratada, a infecção pode se espalhar por todo o corpo, provocando problemas no coração, cegueira e paralisia. Para tratar, é necessário o uso de antibióticos poderosos como a penicilina.

Gonorréia

A Gonorréia é a mais freqüente das doenças do sexo, causada por uma bactéria. O principal sintoma é uma secreção semelhante à clara do ovo. Como consequência, a bactéria pode atacar as trompas, causando infertilidade. O tratamento é feito através da administração de antibióticos.



Herpes Genital

A Herpes genital é uma infecção causada por um vírus. Uma vez que este se manifesta, gera coceira na região genital seguida pelo aparecimento de bolhas, que estouram e causam dor e um odor forte. Consequentemente,  abre caminho para outras infecções, inclusive para o HIV, além de causar mal-estar. O tratamento consiste na coagulação local das feridas. Entretanto, a herpes pode voltar ao longo da vida sempre que há baixa imunidade no organismo.






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Acidentes no meio da transa, cuidado!



Uma sessão de sexo pode se transformar em noite de terror. 

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Travis Stork, médico plantonista e celebridade nos EUA, ensina como se prevenir de dividir a maca com seu querido

A camisinha se perdeu dentro de você
Quando o preservativo escorrega, normalmente significa que não foi posto direito ou tinha o tamanho errado. Quer um conselho? Coloque-o você mesma, usando uma das mãos para apertar a pontinha enquanto desenrola o resto com a outra. A camisinha deve estar justa, porém confortável, e cobrir o pênis inteiro. Se depois do sexo ela ?sumir? dentro de você, pode ser difícil de achá-la, pois a vagina está mais alongada e úmida que o normal. Mas não se desespere. Coloque um pé no chão e apoie o outro em uma cadeira, insira o indicador e o dedo do meio lá dentro para procurar a dita-cuja. Vá abaixando aos poucos, simulando sentar, o que ajuda a atingir o fundo do canal vaginal. Sem sorte? Marque uma consulta para amanhã de manhã com sua ginecologista, uma vez que o preservativo pode ficar dentro do corpo por uma noite, ou vá ao pronto-socorro.

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O pênis "quebrou" quando faziam sexo selvagem
A fratura peniana ocorre quando você está por cima na transa e, sem querer, o pênis escapa da vagina. Ao descer com força, seu cócix pode bater no membro e romper um dos corpos cavernosos, causando dor, inchaço e vermelhidão. Se correrem ao pronto-socorro, o órgão é reparado com cirurgia e, dentro de seis semanas, nem parece que sofreu um incidente. Caso contrário, pode não se curar corretamente, ficando curvado ou com disfunção erétil. O único inconveniente é que o amigão dele ficará um tempo sem comparecer. Agora, para salvar seu amado desse triste destino, tente não cavalgá-lo com tanta violência.


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O preservativo estourou
Provavelmente, o gato se esqueceu de apertar a pontinha, deixando-o cheio de ar. Ao ejacular, o sêmen estoura o látex. Se tiver certeza de que seu homem não tem nenhuma DST e você não toma anticoncepcional, preocupese com a contracepção. Dá para comprar pílulas do dia seguinte na farmácia, mas o ideal é consultar um médico antes. Agora, se não conhece direito o parceiro, saiba que uma única gota de sêmen expõe você a doenças como clamídia e aids. Vá ao ginecologista quanto antes.

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O anel peniano ficou preso na base do pênis
Esse acessório serve para melhorar a ereção e fazê-la durar mais. E deve ser retirado (e colocado!) quando o membro não estiver ereto. Por isso, sugira um banho gelado. O frio vai diminuir a circulação, facilitando a remoção. Se não sair de jeito nenhum, vá para o hospital antes que os tecidos da região peniana fiquem sem oxigênio e morram - o que, em casos graves, pode levar até à amputação.

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Você sente dor e queimação pós-sexo
Normalmente, achamos que é sintoma de infecção urinária. Mas, se houver verrugas ou bolhas dentro ou perto da vagina, o diagnóstico provável é de herpes - e só o médico pode esclarecer. A primeira erupção é mais forte, causado dor, coceira e feridas. Depois, tende a amenizar e é combatida com antivirais. Estima-se que, no mundo, cerca de 500 milhões de pessoas tenham herpes genital - e a doença é altamente contagiosa.




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Para esquentar ou prolongar o prazer



Camisinhas com sabor e que prolongam o prazer...


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Feita de látex e com lubrificante. As primeiras camisinhas que chegaram ao mercado no mundo contemporâneo eram apenas assim. Antes, eram feitas até com pele de animais para evitar essencialmente a gravidez. Com a chegada da Aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis, a camisinha ganhou um papel fundamental na vida moderna.

Para não usar, os parceiros dizem que é como "chupar bala com papel" ou que limitam o prazer e "estragam o clima". Mas os fabricantes de camisinhas buscaram métodos e tecnologia para incentivar o uso do produto. Hoje, a infinidade de opções agrada até os mais resistentes.

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Mais finas, com sabor, refrescantes, que esquentam... qual é a ideal para mim? "Para saber isso, o homem tem que experimentar, ver a designação de tamanho que está na embalagem e saber o que ele quer causar no sexo ou o tipo de relação que terá. Se for sexo vaginal, qualquer tipo de camisinha é bom. Já para o sexo anal, ela precisa ser mais resistente, existem tipos específicos para isso", explicou a educadora sexual e diretora do Instituto Kaplan, Maria Helena Vilela.

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"Se ele é um cara que gosta de inovar, pode provar as com sabores, as que aquecem ou refrescam a vagina. As camisinhas com sabores são interessantes para o sexo oral, as com gosto de hortelã para a penetração podem causar um frisson na mulher, existem as que retardam a ejaculação... Mas o mais importante é o homem treinar a colocação do preservativo no pênis", disse.

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Maria Helena, porém, faz um alerta: usar frequentemente uma camisinha com espermicida ou que esquente e esfrie pode trazer problemas. "Se for muito frequente, pode criar um ambiente hostil à vagina. Com o calor do sexo e a camisinha que esquenta, por exemplo, pode alterar a flora vaginal e trazer alguma irritação".

Resistentes


Apesar das inúmeras opções, muitos homens não querem usar o preservativo. Para Maria Helena, a questão é cultural. "O preservativo traz valores. Por exemplo, se são casados e um pede para usar, o outro já acha que tem traição no meio. Os mais jovens têm vergonha de comprar. O uso da camisinha também é atrelado ao amor, o que deixa a mulher mais vulnerável. Além disso, é da identidade masculina correr risco, engravidar, pegar doenças", explicou a educadora.

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Dicas


Para comprar, é preciso prestar a atenção em alguns detalhes: verificar a data de validade, se na embalagem há o selo do Inmetro e se há especificação do tamanho do produto, são os mais importantes. Na hora de guardar, observe se o local não é quente, se não bate sol e se não amassa a embalagem, pois isso pode comprometer a qualidade do produto. Na hora de abrir, não use as unhas e nem os dentes, apenas os dedos.

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Camisinha para todos os gostos


Elas podem divertir e turbinar o prazer; o importante é usar!

 


É bacana quando encontramos homens interessados em proporcionar mais prazer à mulher com a escolha da camisinha certa. Eles, com certeza, sabem usufruir do prazer que as várias zonas erógenas localizadas ao longo do corpo proporcionam, e não ficam focados apenas no pênis.

Atualmente encontramos uma grande variedade de camisinhas no mercado, que podem ser usadas desde que tenham o selo do INMETRO, órgão que avalia a qualidade dos preservativos. A seguir podemos pensar na escolha observando alguns aspectos:



Aromatizadas funcionam muito bem para o sexo oral. O prazer é estimulado pelos sabores de uva, morango, chocolate e até tequila, da marca importada Proteggiti.

Para os adeptos ao estímulo visual as coloridas são indicadas. É possível até encontrar modelos com as cores das bandeiras de vários países

As texturizadas - com ondulações, em espiral, com bolinhas e com listras - são ótimas para estimular a região genital feminina. Para mulheres que têm incômodos ou alguma dor durante a penetração o sintoma pode piorar.




A camisinha Hot nem sempre causa boa sensação na medida em que esquenta por causa do componente umectante. Existem mulheres que não sentem prazer com essa mudança térmica.

As camisinhas incolores e lubrificadas são as mais usadas e causam menores problemas, a não ser que a mulher tenha algum tipo de alergia ao látex, nesse caso, ela pode ser substituída pelas de poliuretano.











Nova geração assimila sexo oral no repertório sexual...

Caindo de boca nessa importante assunto...




Embora estejam mais à vontade para praticar sexo oral, mulheres jovens ainda sentem dificuldade em cobrar o uso de preservativo

De acordo com uma pesquisa divulgada recentemente pela Universidade de Alberta, no Canadá, e publicada na revista médica Jornal Europeu de Contracepção e Saúde Reprodutiva, a postura das pessoas com relação ao sexo oral está mudando, e isso pode ser notado na faixa mais jovem da população. A pesquisadora Brea Malacad, autora do estudo, acredita que além de ter sido incluído de forma mais generalizada no repertório sexual feminino, a forma como ele é visto mudou também. A modalidade passou de obrigação para agradar ao parceiro e uma prática pouco prazerosa a uma escolha feminina. “Com mais consciência da própria sexualidade, a mulher deixa de achar sexo oral nojento, entre outros preconceitos”, afirma a psicóloga Tatiana Presser, especializada em sexo e educação sexual.



Participaram da pesquisa canadense 181 mulheres entre 18 e 25 anos. “No meu estudo, todas as mulheres que haviam tido relações sexuais também fizeram sexo oral”, diz Malacad. Entre os dados coletados, uma curiosidade: metade das participantes respondeu que via sexo oral como algo menos íntimo do que penetração. Para 41%, no entanto, a prática é tão íntima quanto. Os 9% restantes classificaram o sexo oral como “mais íntimo do que penetração”.

A resposta emocional ao sexo oral foi outro ponto surpreendente da pesquisa. “Tanto a penetração quanto sexo oral foram associados com emoções mais positivas de modo geral, o que sugere que a maior parte das jovens mulheres estão praticando porque realmente gostam”, disse Malacad à publicação europeia. Cerca de 30% das participantes relataram que a felação as fez se sentirem poderosas. “Aparentemente algumas mulheres acreditam que seja um ato que dá poder”, completou.



Para Presser, é como se a mulher estivesse “descobrindo” a existência do pênis. “Com mais conscientização sobre a sua sexualidade, a mulher passa a encarar o sexo como um direito ao prazer. Isso inclui o ‘amor pelo pênis’”, afirma.


Falta de proteção
A má notícia veio sobre a desinformação sobre os riscos do sexo oral desprotegido. A ausência de preservativos durante o sexo oral foi constatada entre 82% das adolescentes. Contudo, apenas 7% abriram mão dele durante a penetração. “É como se não passasse pela cabeça delas se proteger ao fazer sexo oral”, diz Malacad, que é professora de educação sexual na Faculdade de Educação da Universidade de Alberta. “O risco de pegar uma doença é menor do que no sexo vaginal ou anal, mas existe”, diz Presser. “A mulher, para não ser a vilã da história, fica desconfortável ao pedir o sexo oral com camisinha”, afirma. De quebra, na penetração, há a justificativa de pedir ao parceiro que use camisinha para como método anticoncepcional.













Saiba o que é ninfomania...

É algo para se festejar ou se preocupar?




O ex-namorado de Renata, do BBB12,  disse que ela era ninfomaníaca, apesar da mineira ter negado e afirmado não ter feito sexo na casa. Ao se aventurar com mais de um homem durante o programa, surgiu a polêmica: será que ela é viciada em sexo? Mas, afinal, o que caracteriza uma pessoa ninfomaníaca? A ninfomania é um transtorno psiquiátrico e não existe explicação para a sua origem. Segundo o Código Internacional de Doenças, a ninfomania é classificada como uma compulsão, assim como o vício em comer ou beber. A sexóloga Patrícia Cardoso explica sobre a doença e seus possíveis tratamentos:

Quem pode ser caracterizado como ninfomaníaco?
A ninfomania se aplica somente às mulheres: os homens sofrem da chamada “satiríase”. O transtorno também pode ser definido como hipersexualidade e mostra um apetite sexual exagerado. “A ninfomania é quando o apetite sexual exacerbado compromete as atividades cotidianas, causando prejuízos aos relacionamentos afetivos. A masturbação compulsiva, praticar o sexo sem proteção, rotatividade de parceiros, a ansiedade crescente e falta de satisfação sexual caracterizam o distúrbio”, afirma Patrícia. A mulher viciada em sexo apresenta comportamento compulsivo desde criança, só alterando o objeto escolhido.


O sexo é prazeroso?
Quando a mulher tem muitas relações sexuais, surge a dúvida: será que a atividade continua sendo prazerosa? “A ninfomania ou o desejo sexual hiperativo é um transtorno psiquiátrico. O prazer pode ser intenso no primeiro momento, mas logo é seguido de culpa, causando dor emocional. A pessoa não tem controle sobre os impulsos sexuais”, explica a sexóloga.

Tipos de tratamento
Quem sofre da compulsão por sexo deve procurar a ajuda de um psiquiatra. Porém, é bom ficar atenta: é diferente gostar de sexo e ser ninfomaníaca. “A diferença é a capacidade de controlar os impulsos sexuais. Quando não há esse controle, a pessoa passa a ser escrava dos próprios desejos”, conta Patrícia. O tratamento para o distúrbio envolve desde psicoterapia até tratamento psiquiátrico com prescrição de medicamentos inibidores do desejo sexual: “Há tratamentos combinados, aliando a terapia sexual com a adição de drogas. Vale ressaltar a importância da participação em grupos de apoio, como o DASA – Dependentes de Amor e Sexo Anônimos”, complementa a especialista.


Sexo saudável
Sexo é saudável, faz bem para a pele, para os cabelos e libera hormônios que relaxam o corpo e a mente. E será que existe uma quantidade “ideal” de sexo para cada um? “Não há uma quantidade ideal. Varia de pessoa para pessoa e de casal para casal. O que vai determinar essa normalidade é a capacidade de disciplinarmos nossos desejos e fantasias. Se isso ocorrer sem gerar depressão e ansiedade, não há motivos para preocupação. Uma coisa é carência, outra é dependência”, pontua a sexóloga.



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Quando o sexo torna-se um problema....


Viciados em sexo... pode parecer engraçado, mas não é...



Vício em sexo é uma das dependências menos confessada e visível de toda a existência.

No entanto, tem aumentado ultimamente o número de pacientes que procuram ajuda por causa das conseqüências deste transtorno sexual, tais como:
  • Ruína econômica
  • Problemas no trabalho
  • Problemas conjugais
  • Divórcio
  • Ansiedade
  • Depressão.

O vício em sexo pode manifestar-se de muitas maneiras:

  • Masturbação compulsiva
  • Relações com múltiplos parceiros - promiscuidade
  • Encontros com pessoas desconhecidas
  • Pornografia
  • Prostituição
  • Sexo por telefone
  • Assédio sexual



O ritmo sexual de um viciado em sexo

A frequência com que estas pessoas fazem sexo depende de muitos fatores, incluindo a situação em que se encontra, o ambiente e também a fase da doença. Há pessoas que tiveram mais de uma dúzia de parceiros diferentes em poucos dias: sem dúvida um caso de vício em sexo.




Características do vício em sexo


A principal característica de dependência sexual é a incapacidade de a pessoa controlar o impulso sexual.



A necessidade de seduzir se torna uma obsessão e, como consequência, surge o comportamento impulsivo sexual para reduzir a ansiedade que provoca pensamentos sobre o sexo. Como um círculo vicioso.

Outras características do vício em sexo incluem:


  • Desespero
  • Obsessão relacionada com o sexo
  • Masturbação excessiva, mesmo em locais ou momentos inapropriados

  • Depressão 
  • A obsessão por sexo destrói a paz e a felicidade em outros aspectos da vida

Os viciados em sexo são habeis na dissimulação, porque o seu problema os envergonha. Mas, muitas vezes, a sua dependência sempre é reconhecida no final.

Algumas pessoas que sofrem do vício em sexo decidem procurar ajuda, porque querem acabar com o problema que lhes causa vários problemas graves na vida: separação, divórcio, vergonha, instabilidade econômica, raiva, frustração, dependência, sofrimento, problemas legais ou ideias de suicídio, entre outros.




Como acabar com o vício em sexo?


O tratamento do vício em sexo é conhecer e compreender a resposta sexual humana. Para resolver este problema, trabalha-se em três níveis:

Controle Médico: 
É essencial. Na maioria dos casos, através de ansiolíticos e antidepressivos é possível controlar o impulso sexual.

Comportamento: 
Aqui trabalha-se na mudança de atitudes e atividades de controle relacionadas ao sexo, como o consumo de pornografia, as chamadas linhas eróticas e contato com prostitutas, que tentam alterar para outros estímulos sexuais, como desporto, entretenimento , comunicação com colegas e amigos, e assim por diante.



Psicológica: 
Funciona alterando os pensamentos negativos associados a esta dependência para outros que oferecem o positivismo ao paciente. O vício em sexo provoca em determinado momento insatisfação sexual




Sou um viciado em sexo?


Responder às seguintes perguntas pode ajudá-lo a ver se sofre do vício em sexo ou se está a enveredar por esse caminho.




  1. Esconde a sua vida sexual de outros, isto é, não gosta de falar sobre isso em geral, nem fala sobre isso quando tem um problema?
  2. Tem uma vida dupla?
  3. Envergonha-se das suas ações porque acha que são imorais?
  4. Pratica sexo em lugares desconhecidos e com estranhos sem ser capaz de evitá-lo?
  5. Sente remorso ou culpa depois de um encontro sexual?
  6. Não consegue manter um parceiro estável devido ao seu comportamento sexual?
  7. Necessita cada vez mais de uma maior variedade e frequência nos relacionamentos?
  8. Engana o seu parceiro com outros, incluindo desconhecidos?
  9. O seu comportamento sexual traz problemas legais (prostituição, telefonemas obscenos ...)?



Se obtiver seis respostas foram afirmativas, procure ajuda profissional. É muito provável que tenha um vício não saudável pelo sexo, isso pode afetar sua vida da pior forma.


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