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Homens fazem menos sexo quando ajudam mais nas tarefas domésticas


Largue o espanador e cate a esposa de jeito...





Quanto mais tempo um homem casado se dedica às tarefas domésticas, como cozinhar, menos relações sexuais tem com sua mulher, segundo um estudo divulgado na edição de fevereiro da Revista Americana de Sociologia.

O contrário ocorre quando o marido se dedica ao jardim ou ao seu automóvel, destacando "a importância dos papéis tradicionalmente concedidos a cada um dos sexos" e sua influência na frequência das relações sexuais em um casamento heterossexual, segundo o relatório.




"Existe um tipo de cenário sexual bem definido para cada gênero, no qual a gestão segundo o gênero é importante para o desenvolvimento do desejo sexual", afirma Sabino Kornrich, pesquisador do Instituto Juan March de Madri, na Espanha, que realizou o estudo junto às sociólogas Julie Brines e Katrina Leupp, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos.



Mas as conclusões do estudo, que se baseia nas respostas de 7.002 entrevistados, não deve levar os homens a deixar de ajudar na manutenção do lar. "Rejeitar participar das tarefas domésticas provoca conflitos no casal e a insatisfação das mulheres".








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Socorro, minha libido sumiu!

 Saiba o que fazer para recuperar o tesão perdido




A diminuição do desejo sexual pode ter origem física ou psicológica.

É o sonho de muitas mulheres ser boa esposa, mãe e profissional no horário comercial e uma excelente amante à noite, daquelas que fazem o parceiro dormir com um sorriso no rosto. Só que nem sempre o apetite sexual está com a força necessária para o dia ser encerrado com chave de ouro. Muitas vezes, até sem que se perceba, a libido diminui e chega a sumir. E então, o que fazer?

Em primeiro lugar, deve-se entender o seu padrão sexual e saber que não existe medida exata para o desejo. “Libido baixa só é preocupante se começar a trazer sofrimento para a mulher ou se, comparando com um período anterior, houver uma defasagem muito grande na frequência das relações – de três vezes por semana para uma vez por mês, por exemplo. É uma questão pessoal, em que não se estabelecem limites mínimos ou máximos”, afirma a ginecologista e sexóloga Carolina Ambrogini. Portanto, não é porque suas amigas alegam transar com os maridos todos os dias que você vai se desesperar e se forçar a ter o mesmo ritmo.

Isso compreendido, se o problema for realmente perda de libido, é preciso detectar sua causa, que pode estar no físico ou no psicológico, e daí partir para as soluções.




Atenção aos hormônios
Quando o namorado de Cristiane, 41 anos, reclamou que eles não faziam sexo havia mais de dois meses, ela levou um susto. “De cara, me defendi dizendo que andava trabalhando muito, o que não era verdade. Eu simplesmente não estava a fim, mas não tive coragem de falar para ele”, lembra a advogada paulistana. “Mas fiquei pensando naquilo e me dei conta de que o período batia com a mudança da minha pílula anticoncepcional. Fui ao médico o mais rápido possível e descobri que minha contagem hormonal estava toda errada. Voltei à pílula antiga e logo fizemos as pazes na cama”.

“A parte hormonal é muito importante. Alguns anticoncepcionais alteram a produção de testosterona, e isso diminui a libido”, explica Ambrogini. Ela também ressalta que existem antidepressivos que, ao aumentar a produção de serotonina, tiram o desejo das pacientes. Faz-se necessário, nesses casos, administrar o equilíbrio da testosterona. Sempre sob supervisão clínica, como frisa a médica: “No Brasil ainda há restrições a esse tratamento, por isso é essencial o acompanhamento. Mas não há nada a temer, a literatura médica prova que o uso da testosterona é positivo em mulheres, e países como a Inglaterra e a Austrália o fazem com resultados excelentes”.



Períodos de atividade hormonal incomum, como a menopausa, a pós-menopausa e o pós-parto também requerem atenção especial. Não é difícil perder a libido quando se passa por eles, mas uma consulta com o seu ginecologista colocará sua vida sexual nos eixos facilmente.


A cabeça também comanda o sexo
Se a questão não é hormonal, são os fatores emocionais que mandam na vontade feminina de fazer sexo. Prestes a ser publicado, o estudo “Fatores de influência na sexualidade das mulheres com queixa de disfunção sexual”, do projeto Afrodite (ambulatório de sexualidade feminina da Unifesp), analisa a relação entre autoestima e libido e conclui que, quanto maior uma, maior a outra.

A coordenadora de psicologia do projeto, Maria Cláudia Lordello, adiantou para o Delas alguns dos pontos mais relevantes da pesquisa, feita em forma de questionário com as pacientes do ambulatório. “As mulheres mais seguras verbalizam o que querem, conversam sobre seus sentimentos e desejos com os homens, exigem preliminares. As que apresentam baixa de desejo normalmente estão com a autoestima comprometida, ou por não gostarem do próprio corpo ou por não se sentirem valorizadas pelos parceiros. Um elogio deles na hora certa já as ajudaria muito”, diz.




A faixa etária com a maior incidência de reclamações, de 31 a 45 anos, chamou a atenção dos pesquisadores, já que é neste intervalo, em teoria, que a mulher está em seu auge físico e sexual. “Percebemos, então, que esta é a fase do relacionamento longo, da chegada dos filhos e da valorização da carreira, o que pode causar a dessexualização feminina”, esclarece Lordello.

A carioca Sabrina, 35 anos, encaixa-se nesse recorte. Após dar à luz Enzo em outubro do ano passado, ela passou quase seis meses sem transar com o marido, com quem está há oito anos. “Me deu uma sensação de que eu era mais mãe do que mulher, não queria que ele brincasse com os meus peitos, que eu usava para amamentar nosso filho. Para minha sorte, ele foi muito legal, respeitou meu tempo e conversamos bastante. Agora está tudo bem”, comemora.

Lordello defende que o casal faça esse tipo de esforço para deixar a chama sempre acesa: “O diálogo é essencial. E nada de mudar os papeis, passar a se chamar de ‘pai’ e de ‘mãe’ com o nascimento dos filhos. Os dois têm que conquistar e seduzir o outro o tempo todo, manter o interesse, a admiração. O grande afrodisíaco da vida é a paixão”.




Dicas para esquentar sua vida sexual

* Crie razões para pensar em sexo – A excitação pode ser encontrada até em cenas picantes da novela das nove. Por que não fantasiar que é você nos braços do galã da vez?

* Invista em lingeries sensuais – Além de ser um presente para os sentidos do parceiro, vestir peças caprichadas fará você se sentir mais poderosa e elevará sua autoestima



* Troque mensagens ousadas com seu homem – Use o celular e o e-mail durante o dia para preparar o clima da noite

* Leia contos eróticos – Eles estimulam a sexualidade e podem dar ideias de novas fantasias



* Assista a filmes pornográficos feitos especialmente para mulheres – Dois bons títulos para começar são o premiado “Cinco Histórias Quentes para Ela” (de Erika Lust) e “Fantasias Femininas” (de Petra Joy)

* Crie tempo para o romance do casal – Reserve pelo menos um dia por semana para ficar a sós com ele. Deixe as crianças com a babá ou com a avó e curta a noite como nos tempos de namoro









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Pesquisa Sexual....

Qual a sua opiniao ?









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Qual a motivação das mulheres para o sexo?


Qual o motivo que leva as mulheres a fazerem sexo?




Para compor o livro “Why Women Have Sex?” dois psicólogos da Universidade do Texas entrevistaram mais de mil mulheres ao redor do mundo para descobrir quais são suas motivações quando vão para a cama com parceiros. Ao final da pesquisa, puderam identificar exatamente 237 razões diferentes.

Entre pesquisas e confissões, as entrevistaram disseram que fazem sexo por razões psicológicas, materiais e emocionais: para melhorar a autoestima, para segurar seus amantes, para conseguir uma promoção, por dinheiro, por drogas ou porque elas são simplesmente forçadas ou violentadas.



De acordo com os pesquisadores e autores do livro Cindy Meston e David Buss, as mulheres estão lutando contra sua genética e usando o sexo para experiências novas e também para renovar o que elas já vivem. Muitas entrevistadas, por exemplo, afirmaram que o sexo é o jeito mais simples de fazer o parceiro acreditar que a vida conjugal vai bem. A compaixão, a vingança, o agradecimento e o tédio também estão entre as principais motivações femininas.

Essa realidade desmistifica de vez a visão de que as mulheres são movidas por amor e, se ela te parece assustadora, para os psicólogos esse resultado já era esperado. A mudança de comportamento da mulher de alguns anos para cá representa uma luta contra o que os psicólogos chamam de “benefícios genéticos”.



David Buss, um dos autores do livro, explicou em entrevista ao The Guardian que geneticamente, um parceiro atraente sexualmente para a mulher era aquele rapaz bem sucedido e com corpo definido, capaz de lhe dar filhos saudáveis e garantir o sustento das crianças. Porém, hoje as mulheres estão sendo conduzidas menos por instinto e mais pela razão.






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Uma em três brasileiras diz ter falta de desejo sexual



As brasileiras, aparentemente, têm mais prazer. Em uma pesquisa do Datafolha de 2009, 39% das entrevistas afirmaram sempre chegar ao orgasmo e 37%, quase sempre. Entre os homens, 76% disseram que sempre 'chegam lá'.




Um outro estudo, realizado pelo Prosex (Projeto Sexualidade) da Universidade de São Paulo, mostrou que 29,3% das brasileiras com mais de 18 anos sofrem com disfunção orgásmica e 34,6%, com a falta de desejo sexual.

As principais causas são fatores psicológicos, segundo Gerson Pereira Lopes, presidente da Comissão Nacional Especializada em Sexualidade da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia ).



Mas fatores fisiológicos também podem impedir o prazer. Por exemplo, uso de medicamentos como inibidores de apetite e antidepressivos, que retardam a ação do sistema nervoso central, dificultando o orgasmo. Disfunção hormonal ou má formação congênita da região genital, também estão entre as causas orgânicas, segundo Hugo Miyahira, vice-presidente da Região Sudeste da Febrasgo.

PRAZER BLOQUEADO

De acordo com Miyahira, de 15 a 30% das mulheres são afetadas pela anorgasmia, disfunção que bloqueia o orgasmo e pode ser absoluta ou eventual. A anorgasmia pode ser causada por acidentes que atingem a medula, alterações hormonais e anormalidades no formato da vagina, útero ou músculos da região genital. "Mas todos estes problemas são reversíveis com encaminhamento adequado", afirma o médico.

Já na chamada frigidez -- diminuição da libido -- a falta de desejo compromete a lubrificação vaginal, o que torna a relação desprazerosa. Lubrificantes, psicoterapia e reposição hormonal (na menopausa) são possibilidades para tratar o problema.



Outra disfunção é a dispareunia, dor genital durante ou após o coito. Ela pode ser causada por infecções na vulva, herpes genital e outras DSTs, cistites, endometriose e tumores pélvicos.

O que mais leva as mulheres aos consultórios é o vaginismo, apesar de não ser o distúrbio mais comum - afeta de 2% a 6% da população. A disfunção, um espasmo involuntário recorrente que contrai a vagina, impede a penetração ou faz com que ela seja extremamente dolorida. As principais causas do vaginismo são infecção pélvica, cicatrizes no orifício vaginal, lesão por cirurgia ou irritação devido ao uso de preservativos de látex, ducha íntima e espermicidas, além de fatores emocionais.



Os tratamentos das disfunções que dificultam o orgasmo costumam ser breves e eficazes, afirma Gerson Lopes.

APRENDIZADO

O melhor caminho para chegar ao orgasmo ou perceber que há algo de errado com a sexualidade é conhecer o próprio corpo, afirmam os médicos. "A mulher que se toca, sabe como sentir prazer e não fica tensa na hora da relação. Além disso, ela consegue identificar disfunções sexuais com mais facilidade", diz Lopes.



Nem todas se sentem à vontade para assumir o aprendizado. Na pesquisa do Datafolha, 78% afirmaram não se masturbar. No estudo do Prosex, da USP, 92,1% das brasileiras disseram que não se masturbam frequentemente.

GOZO OBRIGATÓRIO

No dia do orgasmo ou em qualquer outro, é bom lembrar que satisfação não é sinônimo de clímax. "Em uma relação sexual há outras formas de prazer", diz Gerson Lopes.

Mas a sociedade atual parece impor a obrigação do orgasmo -- a 'orgasmocracia', segundo Lopes. "Esta situação leva muitas mulheres a fingirem, o que as deixa ainda mais frustradas."



Entre as mulheres ouvidas pelo Datafolha, metade afirmou já ter fingido o orgasmo. Mas eles também mentem: 26% dos homens entrevistados também disseram fingir o gozo.

"Tão opressor quanto não conseguir gozar, é se sentir obrigado a fazê-lo", diz o especialista em sexualidade da Febrasgo.




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E quando ele não quer transar?


 Como você reagiria se o procurasse cheia de paixão e ele dissesse que não está a fim?



Não é de hoje que as mulheres, principalmente as casadas, buscam desculpas para as noites em que não estão com vontade de fazer sexo. Já eles parecem sempre estar bem dispostos.

Segundo o Dr. Celso Marzano, urologista, sexólogo e terapeuta sexual, diretor do CEDES -SP e professor da Faculdade Medicina ABC-SP, falta de apetite sexual é a principal queixa dos homens que vão ao seu consultório. Os principais motivos variam entre fatores físicos e emocionais, por exemplo, estresse ou ansiedade. "Podemos dizer que o dia a dia conspira contra o sexo, pois conciliar família, amigos, trabalho e os nossos interesses pessoais é muito difícil", diz.



Por ser uma situação, teoricamente, pouco comum, é normal que a mulher não saiba como reagir nesse caso. O especialista acredita que o diálogo entre o casal seja muito importante, mas ressalta: "Sem cobranças ou receitinhas mágicas para melhorar a resposta sexual. A diminuição do desejo está ligada ao emocional, na maioria das vezes". O urologista afirma ainda ser essencial não responsabilizar a si ou a parceira. "A busca por tratamento com especialistas terapeutas sexuais em curto espaço de tempo vai levar a uma melhoria ou cura do quadro", completa.

Jayme Borges, 30 anos, jornalista e estudante de direito, revela que por esse motivo seu relacionamento quase teve fim. "Para mim, relação tem que ter sexo, mas não é fundamental. Assim, tivemos muitos desentendimentos quando passei um tempo sem desejo sexual. Estava com problemas financeiros e não conseguia pensar em sexo", conta Jayme. O advogado confessou já ter transado só para agradar: "Já fiz sem vontade, só para agradar o outro".



O Dr. aponta fadiga, uso de medicamento ou outras drogas, DSTs, além de alterações hormonais, como as principais causas físicas. Já entre as emocionais estão estresse psicológico, depressão, baixa autoestima, infidelidade e problemas do dia a dia. "Além de tudo isso, não aceitar um ‘não’, fazer exigências sexuais e a necessidade sempre de grandes orgasmos vão tirando a qualidade do sexo e os parceiros perdem a libido", afirma o sexólogo.

Os homens têm dificuldade em aceitar que problemas emocionais estejam interferindo em seu desejo sexual, por isso acreditam que o problema é sempre físico. Isso indica que muitas vezes nem eles mesmos saibam a causa da baixa libido. "A maior causa é a de hipogonadismo (diminuição na produção de testosterona, o combustível sexual do homem. Essa disfunção pode ocorrer por alterações genéticas, acidentes, inflamações ou tumores do testículo", revela o urologista.



Dr. Celso afirma que apesar da falta de desejo os homens conseguem ter e manter a ereção, mas isso não significa que ele esteja sentindo prazer. Como terapeuta, o especialista revela que uma conversa honesta e clara pode ajudar muito o casal. Aos homens ele diz: "Explique para a sua parceira como funciona a sua resposta sexual e o que pode influenciar positivamente e negativamente". E completa: "A insatisfação pode ser pessoal e nada a ver com a companhia. Ele necessita da ajuda das pessoas que o ama."

"Se você perdeu o desejo sexual não desanime, pois com o tratamento adequado com o terapeuta sexual você pode aumentar muito a intensidade do desejo e resgatar as suas respostas sexuais e o prazer", finaliza Dr. Celso Marzano.





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Sexo deixa as mulheres menos agressivas?


Sabe aquela velha história de que quando alguém está irritado as pessoas comentam: "É falta de sexo"? 




Pois bem, de acordo com uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, publicada na revista Nature, isso pode ser verdade! O estudo, com gatos e roedores, comprovou que a região que estimula eletricamente o comportamento de ataque é desligada no momento do acasalamento. Ou seja, como um botão de liga e desliga esses animais se tornam extremamente dóceis durante o coito.

Pegamos essa análise e transferimos para uma relação com o ser humano, teria semelhanças? Conversamos com a sexóloga Dra.



Carla Cecarello, presidente da Associação Brasileira de Sexualidade, para sabermos mais sobre o assunto.
"Depende de como é feito o sexo", começou a explicar a especialista. "O sexo praticado com alguém que você tem vontade de estar e se sente atraído, faz toda a diferença", continua a doutora, que fez questão de esclarecer que não é necessário ter um relacionamento estabelecido para se alcançar um bom resultado no sexo, pode ser "uma noite e nada mais", como disse.

A atividade sexual contribui para o relaxamento do corpo. "É uma atividade física muito considerável, tanto que a Sociedade de Cardiologia demonstrou que a mesma quantidade de oxigênio que a gente precisa no cérebro durante o orgasmo é a mesma necessária para se caminhar 1Km e meio durante 20 minutos ou subir dois lances de escada", diz Dra. Carla. "O batimento cardíaco aumenta, a respiração acelera e cria-se uma certa tensão, que relaxa após o orgasmo e isso é desestressante".



Renata Pedroso, de 22 anos, técnica em segurança do trabalho, concorda com os resultados da pesquisa em relação ao corpo feminino: "Sexo é igual a um ‘descarrego’, você vai ao estágio Nirvana e depois fica super bem. Me deixa tranquila, dócil, calma e fácil para outra", releva.

Porém, não é qualquer sexo que leva ao relaxamento. Tem que ser feito corretamente. As regras?

Dra. Carla conta: "Se não existir vontade ou atração, ao invés de se ter satisfações, o sexo trará problemas. O homem que tem que ‘cumprir o papel’ ou a mulher que tem que ‘prender o cara’, são motivos muito comuns, mas que desestabilizam a relação sexual. Daqui um tempo a mulher não tem mais orgasmos e o homem pode não ter uma ereção", explica.



Então fica cada vez mais claro o papel de ‘prazer’ que o sexo tem e que muitas vezes é confundido com ‘dever’. Renata conclui: "Quando ambas as partes querem, faz com que tudo seja perfeito, é ótimo"!

Vale lembrar as outras vantagens que o sexo bem realizado traz: "Durante o sexo são liberadas substâncias importantes, a citocina, por exemplo, ou o estrogênio na mulher, que melhora a pele, o cabelo e influencia automaticamente na auto-estima".



Em 2002, a Organização Mundial da Saúde deixou claro os quatro pilares para se ter uma boa qualidade de vida: Trabalho, Lazer, Vida em Família e o Sexo. "Claro que não podemos generalizar e dizer que todas as pessoas que são irritadas e nervosas são assim por não fazerem sexo frequentemente, mas podemos afirmar que o sexo pode influenciar sim o seu bem-estar", nos esclarece a presidente da Associação Brasileira de Sexualidade.

Nós, seres humanos não nascemos com um botão de liga e desliga do estresse, como os gatos ou roedores. Porém já temos ferramentas úteis, que nos deixam mais aliviados da tensão do dia a dia, e agora sabemos utilizá-las direitinho. Só não podemos nos esquecer de uma coisa: camisinha!








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Greve de sexo pode virar motivo de traição



Privar o homem de sexo não é algo novo. Na década de 70, a greve de sexo tinha objetivos mais amplos e feministas.





 Era uma barganha usada pela mulher para ser reconhecida, para ampliar o seu espaço. Vale lembra ainda que, bem antes disso, a mulher nem podia pensar nesse artifício, pois era vista como propriedade. O sexo era um direito do homem.

Mas de alguns anos para cá, a greve de sexo é aplicada pela mulher quando o objetivo é convencer o parceiro a fazer o que ela quer - ganhar uma joia ou fazer uma viagem dos sonhos - ou puni-lo por alguma atitude errada. Mas para a psicóloga e terapeuta sexual Arlete Gavranic, também coordenadora do curso de pós-graduação em Terapia Sexual do ISEXP (Instituto Brasileiro Interdisciplinar se Sexologia e Medicina Psicossomática), a qualidade e a eficiência dessa negociação é baixa.



"A greve de sexo pode funcionar com casais, cujo homem é submisso e a mulher manipuladora. Mas essa não é a realidade da maioria dos casais", afirma. "Entre alguns homens essa tática pode resultar em indiferença, agressividade (desde irritabilidade até o ato físico) ou até mesmo uma traição. É como se ele se vingasse da vingança da mulher, do boicote dela", completa.

O grau da mazela provocada pela greve varia de casal para casal e da quantidade de relações sexuais dos mesmos. De acordo com o "Estudo da Vida Sexual do Brasileiro", realizado pela psiquiatra Carmita Abdo em 2003, o brasileiro tem uma média de três relações sexuais por semana. Dra. Arlete lembra que há casais que fazem sexo uma ou duas vezes por semana, todos os dias, quinzenalmente ou até mensalmente.



"Para os mais regulares, uma greve de sexo de 10 dias, por exemplo, é capaz de fazer o homem subir pelas paredes e ficar muito irritado. Mas o que é uma greve para casais que têm relações a cada 15 dias ou uma vez por mês?", pensa a psicóloga. "O que a mulher tem que entender é que boicotar o sexo significa boicotar o prazer da relação, podendo trazer muito mais desentendimentos do que barganhas", alerta.

A psicóloga garante também que é enorme o número de casos de traições por conta de atos dessa natureza. Isso mostra que são poucas as vezes que essa arma causa um efeito positivo. E aconselha: em vez de greve de sexo, a mulher deveria aprenda a fomentar seu poder de sedução.



"Se ela apela para o jejum, tem consciência de que a sexualidade possui um valor importante dentro da relação. Então que tal fazer o inverso e despertar no outro o desejo de conquistar?" E exemplifica: "Crie uma expectativa no parceiro de que vai haver determinada comemoração no dia em que você ganhar o que quer. Isso mobiliza o desejo dele de maneira positiva, de satisfazer a mulher não pela birra, mas pela vontade de conquistar algo."











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